About the work
Descrição para o Registro (Excerpt or Description)
"Blade Runner no Agreste" é uma obra de ficção especulativa musical que transporta os conceitos do subgênero Cyberpunk para a iconografia do semiárido brasileiro. A composição estabelece um diálogo entre o clássico cinematográfico de Philip K. Dick/Ridley Scott e a realidade do sertão, substituindo a metrópole chuvosa por um agreste tecnológico onde a "seca" é tanto climática quanto espiritual. Através de metáforas que fundem o chapéu de couro ao implante cibernético, a letra explora a crise de identidade do homem contemporâneo diante da inteligência artificial e da automação, questionando o que define a "verdade" humana — se a biologia ou a capacidade de sentir saudade.
Letra Limpa: Blade Runner no Agreste
[INTRO - Falado]
Eu vi coisas que vocês não acreditariam... Andróides chorando chuva no meio da seca do sertão.
[VERSO 1]
No agreste futurista, a poeira é de néon
Replicantes e vaqueiros, num cenário sem perdão
Sou um Blade Runner, com meu chapéu de couro
Caçando andróides foragidos, em busca de um tesouro
[PRÉ-REFRÃO]
O sol se põe no horizonte, um vermelho artificial
E a vida dos replicantes é um drama existencial
Com a viola na mão e a alma em pedaços
Eu busco a humanidade em meio aos meus disfarces
[REFRÃO]
É Blade Runner no Agreste, a distopia me consome!
Entre o real e o sintético, eu perdi meu nome!
Que a chuva lave a alma e a poeira do sertão
E me traga de volta a minha emoção!
[VERSO 2]
No bar da beira da estrada, um replicante me olhou
Com olhos de quem viu o futuro e se desesperou
Ele me perguntou: "O que é ser de verdade?"
Eu respondi: "É sentir a dor e a saudade"
[PRÉ-REFRÃO]
O sol se põe no horizonte, um vermelho artificial
E a vida dos replicantes é um drama existencial
Com a viola na mão e a alma em pedaços
Eu busco a humanidade em meio aos meus disfarces
[REFRÃO]
É Blade Runner no Agreste, a distopia me consome!
Entre o real e o sintético, eu perdi meu nome!
Que a chuva lave a alma e a poeira do sertão
E me traga de volta a minha emoção!
[PONTE]
Talvez eu seja um replicante que não sabe quem é
Com memórias implantadas e uma falsa fé
Mas o pôr do sol no agreste me faz acreditar
Que a vida é mais que um código, é um dom de amar
[REFRÃO FINAL]
É Blade Runner no Agreste, a distopia me consome!
Entre o real e o sintético, eu perdi meu nome!
Que a chuva lave a alma e a poeira do sertão
E me traga de volta a minha emoção!
[OUTRO - Falado]
Mais humano... que os humanos.
Copyright registered declarations
Consolidated inscription:
Copyright infringement notifications:
0
Contact
Consolidated inscription:
Copyright infringement notifications:
0
Contact
Consolidated inscription:
Copyright infringement notifications:
0
Contact
Notify irregularities in this registration
AI Availability Declaration
This work cannot be made available to AI systems.
Print work information
Work information
Title Blade Runner no Agreste
Descrição para o Registro (Excerpt or Description)
"Blade Runner no Agreste" é uma obra de ficção especulativa musical que transporta os conceitos do subgênero Cyberpunk para a iconografia do semiárido brasileiro. A composição estabelece um diálogo entre o clássico cinematográfico de Philip K. Dick/Ridley Scott e a realidade do sertão, substituindo a metrópole chuvosa por um agreste tecnológico onde a "seca" é tanto climática quanto espiritual. Através de metáforas que fundem o chapéu de couro ao implante cibernético, a letra explora a crise de identidade do homem contemporâneo diante da inteligência artificial e da automação, questionando o que define a "verdade" humana — se a biologia ou a capacidade de sentir saudade.
Letra Limpa: Blade Runner no Agreste
[INTRO - Falado]
Eu vi coisas que vocês não acreditariam... Andróides chorando chuva no meio da seca do sertão.
[VERSO 1]
No agreste futurista, a poeira é de néon
Replicantes e vaqueiros, num cenário sem perdão
Sou um Blade Runner, com meu chapéu de couro
Caçando andróides foragidos, em busca de um tesouro
[PRÉ-REFRÃO]
O sol se põe no horizonte, um vermelho artificial
E a vida dos replicantes é um drama existencial
Com a viola na mão e a alma em pedaços
Eu busco a humanidade em meio aos meus disfarces
[REFRÃO]
É Blade Runner no Agreste, a distopia me consome!
Entre o real e o sintético, eu perdi meu nome!
Que a chuva lave a alma e a poeira do sertão
E me traga de volta a minha emoção!
[VERSO 2]
No bar da beira da estrada, um replicante me olhou
Com olhos de quem viu o futuro e se desesperou
Ele me perguntou: "O que é ser de verdade?"
Eu respondi: "É sentir a dor e a saudade"
[PRÉ-REFRÃO]
O sol se põe no horizonte, um vermelho artificial
E a vida dos replicantes é um drama existencial
Com a viola na mão e a alma em pedaços
Eu busco a humanidade em meio aos meus disfarces
[REFRÃO]
É Blade Runner no Agreste, a distopia me consome!
Entre o real e o sintético, eu perdi meu nome!
Que a chuva lave a alma e a poeira do sertão
E me traga de volta a minha emoção!
[PONTE]
Talvez eu seja um replicante que não sabe quem é
Com memórias implantadas e uma falsa fé
Mas o pôr do sol no agreste me faz acreditar
Que a vida é mais que um código, é um dom de amar
[REFRÃO FINAL]
É Blade Runner no Agreste, a distopia me consome!
Entre o real e o sintético, eu perdi meu nome!
Que a chuva lave a alma e a poeira do sertão
E me traga de volta a minha emoção!
[OUTRO - Falado]
Mais humano... que os humanos.
Work type Music
Tags música brasileira, independente, sertanejo, comédia romântica, relacionamento, arrocha, forró, narrativa urbana
-------------------------
Registry info in Safe Creative
Identifier 2604075206251
Entry date Apr 7, 2026, 10:28 PM UTC
License All rights reserved
-------------------------
Copyright registered declarations
Author - Composer 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Author - Lyricist 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Author - Song producer 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Information available at https://www.safecreative.org/work/2604075206251-blade-runner-no-agreste