Sartre no Busão Lotado (O Inferno é a Linha 474)
04/07/2026
2604075206138

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Descrição para o Registro (Excerpt or Description)
"Sartre no Busão Lotado (O Inferno é a Linha 474)" é uma composição satírica que utiliza o gênero Baião/Forró para traduzir os principais conceitos da filosofia existencialista de Jean-Paul Sartre para a experiência do transporte público nas metrópoles brasileiras. A obra contextualiza a célebre máxima "o inferno são os outros" dentro do aperto físico e sonoro de um ônibus em horário de pico, explorando temas como a "náusea", o "livre-arbítrio" e a "condenação à liberdade" através de elementos do cotidiano urbano (catracas, balaústres, vendedores e ruídos urbanos). A letra funciona como uma crônica da resistência humana e do esgotamento filosófico diante da infraestrutura precária e do inevitável encontro com a alteridade.

Letra Limpa: Sartre no Busão Lotado (O Inferno é a Linha 474)
[INTRO - Falado]
O existencialismo não te prepara pra linha amarela às seis da tarde! Chega pra trás que tem espaço no corredor, meu povo!

[VERSO 1]
O Sartre pegou o buzão, na hora do rush cruel
O calor de quarenta graus, e a vida perdendo o mel
O cobrador gritando alto: "Pula a catraca, doutor!"
E o filósofo espremido, pingando bica de suor!

[PRÉ-REFRÃO]
Tem um cara ouvindo funk, sem usar fone de ouvido
A senhora da sacola, já pisou no pé sofrido
Ele olhou pro teto sujo, e a ficha então caiu
A maior de todas as teses, no buzão ele descobriu!

[REFRÃO]
O inferno são os outros! No ônibus lotado!
É o Sartre no sufoco, e o motorista atrasado!
A angústia existencial bate forte no peito
Quando o motorista freia, e não tem mais nenhum jeito!

[VERSO 2]
O livre arbítrio não existe, quando a porta vai fechar
Se você não corre muito, no ponto você vai ficar
A liberdade é uma ilusão, agarrado no balaústre
Enquanto o ônibus balança, parecendo um velho lustre!

[PRÉ-REFRÃO]
Tem um cara ouvindo funk, sem usar fone de ouvido
A senhora da sacola, já pisou no pé sofrido
Ele olhou pro teto sujo, e a ficha então caiu
A maior de todas as teses, no buzão ele descobriu!

[REFRÃO]
O inferno são os outros! No ônibus lotado!
É o Sartre no sufoco, e o motorista atrasado!
A angústia existencial bate forte no peito
Quando o motorista freia, e não tem mais nenhum jeito!

[PONTE]
"O homem está condenado a ser livre!", ele pensou
Mas não tem como ser livre, se a catraca não rodou!
A náusea bateu no estômago, na curva da avenida
O Sartre desceu no ponto, repensando a sua vida!

[REFRÃO FINAL]
O inferno são os outros! No ônibus lotado!
É o Sartre no sufoco, e o motorista atrasado!
A angústia existencial bate forte no peito
Quando o motorista freia, e não tem mais nenhum jeito!

[OUTRO - Falado]
Motorista, vai descer! Filosofia a pé é bem mais seguro!

Music
comédia romântica
narrativa urbana
sertanejo
música brasileira
relacionamento
independente
forró
arrocha

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Ricardo Lima DE SOUZA
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Title Sartre no Busão Lotado (O Inferno é a Linha 474)
Descrição para o Registro (Excerpt or Description)
"Sartre no Busão Lotado (O Inferno é a Linha 474)" é uma composição satírica que utiliza o gênero Baião/Forró para traduzir os principais conceitos da filosofia existencialista de Jean-Paul Sartre para a experiência do transporte público nas metrópoles brasileiras. A obra contextualiza a célebre máxima "o inferno são os outros" dentro do aperto físico e sonoro de um ônibus em horário de pico, explorando temas como a "náusea", o "livre-arbítrio" e a "condenação à liberdade" através de elementos do cotidiano urbano (catracas, balaústres, vendedores e ruídos urbanos). A letra funciona como uma crônica da resistência humana e do esgotamento filosófico diante da infraestrutura precária e do inevitável encontro com a alteridade.

Letra Limpa: Sartre no Busão Lotado (O Inferno é a Linha 474)
[INTRO - Falado]
O existencialismo não te prepara pra linha amarela às seis da tarde! Chega pra trás que tem espaço no corredor, meu povo!

[VERSO 1]
O Sartre pegou o buzão, na hora do rush cruel
O calor de quarenta graus, e a vida perdendo o mel
O cobrador gritando alto: "Pula a catraca, doutor!"
E o filósofo espremido, pingando bica de suor!

[PRÉ-REFRÃO]
Tem um cara ouvindo funk, sem usar fone de ouvido
A senhora da sacola, já pisou no pé sofrido
Ele olhou pro teto sujo, e a ficha então caiu
A maior de todas as teses, no buzão ele descobriu!

[REFRÃO]
O inferno são os outros! No ônibus lotado!
É o Sartre no sufoco, e o motorista atrasado!
A angústia existencial bate forte no peito
Quando o motorista freia, e não tem mais nenhum jeito!

[VERSO 2]
O livre arbítrio não existe, quando a porta vai fechar
Se você não corre muito, no ponto você vai ficar
A liberdade é uma ilusão, agarrado no balaústre
Enquanto o ônibus balança, parecendo um velho lustre!

[PRÉ-REFRÃO]
Tem um cara ouvindo funk, sem usar fone de ouvido
A senhora da sacola, já pisou no pé sofrido
Ele olhou pro teto sujo, e a ficha então caiu
A maior de todas as teses, no buzão ele descobriu!

[REFRÃO]
O inferno são os outros! No ônibus lotado!
É o Sartre no sufoco, e o motorista atrasado!
A angústia existencial bate forte no peito
Quando o motorista freia, e não tem mais nenhum jeito!

[PONTE]
"O homem está condenado a ser livre!", ele pensou
Mas não tem como ser livre, se a catraca não rodou!
A náusea bateu no estômago, na curva da avenida
O Sartre desceu no ponto, repensando a sua vida!

[REFRÃO FINAL]
O inferno são os outros! No ônibus lotado!
É o Sartre no sufoco, e o motorista atrasado!
A angústia existencial bate forte no peito
Quando o motorista freia, e não tem mais nenhum jeito!

[OUTRO - Falado]
Motorista, vai descer! Filosofia a pé é bem mais seguro!
Work type Music
Tags comédia romântica, narrativa urbana, sertanejo, música brasileira, relacionamento, independente, forró, arrocha

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Registry info in Safe Creative

Identifier 2604075206138
Entry date Apr 7, 2026, 10:16 PM UTC
License All rights reserved

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Author - Composer 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Author - Lyricist 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Author - Song producer 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.


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