O Veneno de Julieta (Bebe, Romeu)
04/07/2026
2604075202581

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Descrição para o Registro (Excerpt or Description)
"O Veneno de Julieta (Bebe, Romeu)" é uma composição que recontextualiza arquétipos da literatura clássica universal e brasileira dentro do universo da música sertaneja contemporânea. A obra utiliza referências diretas a William Shakespeare (Romeu e Julieta, Hamlet), Machado de Assis (Capitu e os "olhos de ressaca"), além de citar pensadores como Freud e Nietzsche para descrever o luto amoroso em um ambiente urbano e boêmio. A letra explora a metalinguagem do teatro ("palco", "roteiro", "cena cortada") para ilustrar a artificialidade e o drama das relações modernas, transformando a tragédia clássica em um "hino de bar" com forte apelo popular.
Letra Limpa: O Veneno de Julieta (Bebe, Romeu)
[INTRO]
Tã-rã-rã… tã-rã-rã…
Hoje tem tragédia… mas o bar tá cheio…
Tã-rã-rã… tã-rã-rã…
E eu já sei… que eu vou beber de novo…

[VERSO 1]
Garçom limpa o vidro, neon piscando torto,
trouxe Machado comigo pra beber meu desconforto…
Tô tentando entender teus olhos de ressaca,
Capitu no sorriso… e a verdade na faca…
Nosso amor parecia roteiro premiado,
virou cena cortada… final mal ensaiado…
Eu jurei eternidade num brinde improvisado,
você virou silêncio… e me deixou calado…

[PRÉ-REFRÃO]
Você armou o teatro…
e sumiu da cena…
Me deixou sozinho…
com essa dor pequena…

[REFRÃO]
Bebe, Romeu! Sofre, Romeu!
A culpa não foi dos astros… foi do beijo que ela te deu!
Bebe, Romeu! Chora, Romeu!
Se amar foi meu erro… eu erro tudo outra vez, meu Deus!
Tã-rã-rã… tã-rã-rã…
Troquei minha paz por esse copo de dor…
Ô Julieta do asfalto… cê matou o meu amor!

[PÓS-REFRÃO]
Tã-rã-rã… tã-rã-rã…
Bebe, bebe… esquece não…
que esquecer também é ilusão…

[VERSO 2]
“Beber ou não beber?” — pergunta da madrugada,
ligar pra esse passado ou seguir minha estrada?
Sou poeta de balcão, filósofo de esquina,
você foi minha tese… e também minha ruína…
Nem Freud entende esse apego mal resolvido,
nem Nietzsche aguenta esse amor destruído…
Você foi meu abismo disfarçado de carinho,
e eu pulei sorrindo… sem saber do caminho…

[PRÉ-REFRÃO]
Você saiu de cena…
sem nem olhar pra trás…
E eu fiquei perdido…
querendo um pouco mais…

[REFRÃO]
Bebe, Romeu! Sofre, Romeu!
A culpa não foi dos astros… foi do beijo que ela te deu!
Bebe, Romeu! Chora, Romeu!
Se amar foi loucura… eu enlouqueço outra vez, meu Deus!
Tã-rã-rã… tã-rã-rã…
No fundo do copo eu vejo quem eu fui…
e a Julieta some… mas a dor continua em mim…

[PONTE]
Talvez o erro não foi te amar…
foi acreditar…
que você ia ficar…
Mais uma dose…
mais uma vez…
Se for pra sofrer…
que seja até o fim…

[REFRÃO FINAL]
Bebe, Romeu! Sofre, Romeu!
A culpa não foi dos astros… foi do beijo que ela te deu!
Bebe, Romeu! Chora, Romeu!
A tragédia é moderna… mas o idiota ainda sou eu!
Tã-rã-rã… tã-rã-rã…
Se amar foi destino… eu perdi o controle…
e virei personagem do meu próprio descontrole!

[OUTRO]
O pano caiu…
mas o bar não fechou…
E o bobo da corte…
ainda acredita…
no amor…

Music
narrativa urbana
música brasileira
arrocha
independente
forró
relacionamento
sertanejo
comédia romântica

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Ricardo Lima DE SOUZA
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Title O Veneno de Julieta (Bebe, Romeu)
Descrição para o Registro (Excerpt or Description)
"O Veneno de Julieta (Bebe, Romeu)" é uma composição que recontextualiza arquétipos da literatura clássica universal e brasileira dentro do universo da música sertaneja contemporânea. A obra utiliza referências diretas a William Shakespeare (Romeu e Julieta, Hamlet), Machado de Assis (Capitu e os "olhos de ressaca"), além de citar pensadores como Freud e Nietzsche para descrever o luto amoroso em um ambiente urbano e boêmio. A letra explora a metalinguagem do teatro ("palco", "roteiro", "cena cortada") para ilustrar a artificialidade e o drama das relações modernas, transformando a tragédia clássica em um "hino de bar" com forte apelo popular.
Letra Limpa: O Veneno de Julieta (Bebe, Romeu)
[INTRO]
Tã-rã-rã… tã-rã-rã…
Hoje tem tragédia… mas o bar tá cheio…
Tã-rã-rã… tã-rã-rã…
E eu já sei… que eu vou beber de novo…

[VERSO 1]
Garçom limpa o vidro, neon piscando torto,
trouxe Machado comigo pra beber meu desconforto…
Tô tentando entender teus olhos de ressaca,
Capitu no sorriso… e a verdade na faca…
Nosso amor parecia roteiro premiado,
virou cena cortada… final mal ensaiado…
Eu jurei eternidade num brinde improvisado,
você virou silêncio… e me deixou calado…

[PRÉ-REFRÃO]
Você armou o teatro…
e sumiu da cena…
Me deixou sozinho…
com essa dor pequena…

[REFRÃO]
Bebe, Romeu! Sofre, Romeu!
A culpa não foi dos astros… foi do beijo que ela te deu!
Bebe, Romeu! Chora, Romeu!
Se amar foi meu erro… eu erro tudo outra vez, meu Deus!
Tã-rã-rã… tã-rã-rã…
Troquei minha paz por esse copo de dor…
Ô Julieta do asfalto… cê matou o meu amor!

[PÓS-REFRÃO]
Tã-rã-rã… tã-rã-rã…
Bebe, bebe… esquece não…
que esquecer também é ilusão…

[VERSO 2]
“Beber ou não beber?” — pergunta da madrugada,
ligar pra esse passado ou seguir minha estrada?
Sou poeta de balcão, filósofo de esquina,
você foi minha tese… e também minha ruína…
Nem Freud entende esse apego mal resolvido,
nem Nietzsche aguenta esse amor destruído…
Você foi meu abismo disfarçado de carinho,
e eu pulei sorrindo… sem saber do caminho…

[PRÉ-REFRÃO]
Você saiu de cena…
sem nem olhar pra trás…
E eu fiquei perdido…
querendo um pouco mais…

[REFRÃO]
Bebe, Romeu! Sofre, Romeu!
A culpa não foi dos astros… foi do beijo que ela te deu!
Bebe, Romeu! Chora, Romeu!
Se amar foi loucura… eu enlouqueço outra vez, meu Deus!
Tã-rã-rã… tã-rã-rã…
No fundo do copo eu vejo quem eu fui…
e a Julieta some… mas a dor continua em mim…

[PONTE]
Talvez o erro não foi te amar…
foi acreditar…
que você ia ficar…
Mais uma dose…
mais uma vez…
Se for pra sofrer…
que seja até o fim…

[REFRÃO FINAL]
Bebe, Romeu! Sofre, Romeu!
A culpa não foi dos astros… foi do beijo que ela te deu!
Bebe, Romeu! Chora, Romeu!
A tragédia é moderna… mas o idiota ainda sou eu!
Tã-rã-rã… tã-rã-rã…
Se amar foi destino… eu perdi o controle…
e virei personagem do meu próprio descontrole!

[OUTRO]
O pano caiu…
mas o bar não fechou…
E o bobo da corte…
ainda acredita…
no amor…
Work type Music
Tags narrativa urbana, música brasileira, arrocha, independente, forró, relacionamento, sertanejo, comédia romântica

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Registry info in Safe Creative

Identifier 2604075202581
Entry date Apr 7, 2026, 6:47 PM UTC
License All rights reserved

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Copyright registered declarations

Author - Composer 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Author - Lyricist 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.
Author - Song producer 100.00 %. Holder Ricardo Lima DE SOUZA. Date Apr 7, 2026.


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