Poemas

About the work

Poema 1
O Café

É prazeroso
É saboroso
Um delicioso café,
Ao acordar pela manhã, me deparo com uma fumaça bem cinzenta
Um vapor, que sai da chaleira
Hum!
Um vício, que tomou conta de mim
Uma xícara, não é suficiente
Ao chacoalhar a garrafa de café e vejo, que nada sobrou
Nada restou
Hum, que delícia! Tomar um café
Em uma manhã friorenta, no meu chalé
Não pode faltar, um delicioso café
Branco ou preto
Não posso ficar sem beber
Três ou quatro vezes ao dia
A minha garrafa fica lotada
Hum, que delícia!
Um dia, que não bebo o meu pretinho, ou o meu branquinho
Bate um desespero, até passar mal
Genial é quem inventou essa bebida saborosa e deliciosa
Hum, que delícia!
É tão bom, tomar meu café
Frio ou calor, não largo dessa doce companhia, que me acompanha no café matutino, ou no lanche vespertino
É mais gostoso, que degustar um chocolate
Oh, vício que não larga de mim
Se não existir mais o café, o que será de mim?
Poema 2

O Beijo

Tão gostoso
Tão delicioso
Marcas de batom deixa marcas na minha bochecha
Tão gostoso
Tão delicioso
Marcas de batom, que fixa em meus lábios
Tão gostoso
Tão delicioso
Marcas de batom, que me faz sorrir
Uma expressão de sentimentos, que mexe com a emoção
Uma comunicação, que acelera o coração
Beijo com gosto de limão
Beijo com gosto de morango
Beijo com gosto de uva
Beijar, beijar, beijar
Até fazer você se apaixonar
Te acariciar, pra depois te beijar
Até fazer você se apaixonar
Difícil não ser beijoqueiro
De tanto deixar marcas de batom, que me tornei um beijoqueiro
No final das contas, eu não fico sem beijar.

Narrative, Essay
poesias

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Raphael Bruno
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Title Poemas
Poema 1
O Café

É prazeroso
É saboroso
Um delicioso café,
Ao acordar pela manhã, me deparo com uma fumaça bem cinzenta
Um vapor, que sai da chaleira
Hum!
Um vício, que tomou conta de mim
Uma xícara, não é suficiente
Ao chacoalhar a garrafa de café e vejo, que nada sobrou
Nada restou
Hum, que delícia! Tomar um café
Em uma manhã friorenta, no meu chalé
Não pode faltar, um delicioso café
Branco ou preto
Não posso ficar sem beber
Três ou quatro vezes ao dia
A minha garrafa fica lotada
Hum, que delícia!
Um dia, que não bebo o meu pretinho, ou o meu branquinho
Bate um desespero, até passar mal
Genial é quem inventou essa bebida saborosa e deliciosa
Hum, que delícia!
É tão bom, tomar meu café
Frio ou calor, não largo dessa doce companhia, que me acompanha no café matutino, ou no lanche vespertino
É mais gostoso, que degustar um chocolate
Oh, vício que não larga de mim
Se não existir mais o café, o que será de mim?
Poema 2

O Beijo

Tão gostoso
Tão delicioso
Marcas de batom deixa marcas na minha bochecha
Tão gostoso
Tão delicioso
Marcas de batom, que fixa em meus lábios
Tão gostoso
Tão delicioso
Marcas de batom, que me faz sorrir
Uma expressão de sentimentos, que mexe com a emoção
Uma comunicação, que acelera o coração
Beijo com gosto de limão
Beijo com gosto de morango
Beijo com gosto de uva
Beijar, beijar, beijar
Até fazer você se apaixonar
Te acariciar, pra depois te beijar
Até fazer você se apaixonar
Difícil não ser beijoqueiro
De tanto deixar marcas de batom, que me tornei um beijoqueiro
No final das contas, eu não fico sem beijar.
Work type Narrative, Essay
Tags poesias

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Registry info in Safe Creative

Identifier 2411270229905
Entry date Nov 27, 2024, 10:05 PM UTC
License Creative Commons Attribution-NoDerivatives 4.0

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Author. Holder Raphael Bruno. Date Nov 27, 2024.


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